O caso do ex-governador da Paraíba, Cássio Cunha Lima (PSDB), foi devolvido ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa e só deve ser julgado depois do dia 1º setembro, data em que o ministro volta aos trabalhos no STF.
Os agravos do recurso de Cássio haviam sido redistribuídos pelo presidente-ministro César Peluzzo para o ministro Ricardo Lewandowski porque Barbosa estava de licença médica, mas como o ministro já está com a volta prevista, o caso foi devolvido.
A defesa da Coligação Paraíba Unida, que representa o senador Wilson Santiago (PMBD), que deve deixar a cadeira no Senado com a posse do tucano, já havia se manifestado contra a redistribuição. Segundo o advogado Michel Saliba, a volta próxima de Barbosa justifica que o caso continue em seu gabinete.
Ele argumentou, ainda, que o caso não pode cair nas mãos de um ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), já que o processo envolve uma matéria eleitoral. O novo relator do caso, Ricardo Lewandowski, é, além de ministro do STF, o presidente do TSE.
Os agravos do recurso de Cássio haviam sido redistribuídos pelo presidente-ministro César Peluzzo para o ministro Ricardo Lewandowski porque Barbosa estava de licença médica, mas como o ministro já está com a volta prevista, o caso foi devolvido.
A defesa da Coligação Paraíba Unida, que representa o senador Wilson Santiago (PMBD), que deve deixar a cadeira no Senado com a posse do tucano, já havia se manifestado contra a redistribuição. Segundo o advogado Michel Saliba, a volta próxima de Barbosa justifica que o caso continue em seu gabinete.
Ele argumentou, ainda, que o caso não pode cair nas mãos de um ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), já que o processo envolve uma matéria eleitoral. O novo relator do caso, Ricardo Lewandowski, é, além de ministro do STF, o presidente do TSE.
PB1

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